A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, anunciou eleições antecipadas para 8 de fevereiro e prometeu dissolver o Parlamento ainda esta semana, em meio a um pacote de cortes de impostos que o mercado vê como medidas populistas. O economista Luís explica que, com dívida pública acima de 200% do PIB, a redução de impostos pode aumentar o risco fiscal e pressionar o Banco Central do Japão a subir juros, na contramão do restante do mundo. Isso ameaça a estabilidade do iene e impacta o famoso carry trade, estratégia global que movimenta trilhões. Para o Brasil, o cenário abre uma janela de oportunidade, mas os riscos políticos internos ainda pesam.
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